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15/07/09

Mil desempregados vigiam floresta



Correio da Manhã - 22 Junho 2009 - 00h30

Prevenção: Medidas de combate aos fogos

Mil desempregados vigiam floresta


Desempregado desde Fevereiro, Cláudio Fonte, de 32 anos, está desde o início do mês a trabalhar num posto de vigia no pinhal de Leiria, com a missão de detectar os fogos florestais logo à nascença e alertar as autoridades de Protecção Civil. É um dos mil desempregados contratados este Verão pela GNR, que lhes paga o almoço, a deslocação e 20 por cento do subsídio de desemprego.


No ano em que já arderam 16 227 hectares de floresta, entre povoamentos e matos, o que representa o quádruplo da área ardida em relação ao ano anterior (ver apoios), a GNR decidiu recrutar os vigilantes através dos centros de emprego, para dispor de uma 'maior oferta de candidatos' e ainda obter 'alguma poupança'.


A medida não foi bem aceite por alguns dos anteriores vigilantes, que 'já contavam com este emprego de Verão' e dizem ter 'um melhor conhecimento' do trabalho a desenvolver. 'Ainda não começou a época mais crítica e já reina a descoordenação, pois até dão alerta de chaminés de fábricas', disse um dos anteriores vigilantes, que pediu anonimato.


Os primeiros 140 vigilantes, que são responsáveis por 70 postos de vigia, começaram a trabalhar no início do mês e apenas entre as 11h00 e as 19h00. A partir de 1 de Julho estarão em funcionamento, 24 horas por dia, os 236 postos de vigia a cargo da GNR, aumentando para quase mil o número de vigilantes contratados para fazer este serviço.


Desde o início do mês, Cláudio Fonte ainda não detectou qualquer foco de incêndio, mas quando isso acontecer sabe o que fazer: 'Tenho uma mesa com monóculo que identifica o local, um PDA com um software que me dá as coordenadas e um rádio para comunicar com a central da Protecção Civil, que acciona os meios.'


O vigilante, que é solteiro, tem o 12º ano e reside na Praia de Vieira de em Leiria, aceitou este trabalho porque não gosta de 'estar parado'. 'Não vou fazer de desempregado carreira. Esta situação é temporária, até tomar um novo rumo.'


O agora vigilante Cláudio Fonte prestava assistência técnica numa empresa de componentes para moldes em plástico.


Dou os meus parabéns à GNR. Falta por os presos e os do "rendimento minimo" a fazer algo de útil.

E já agora quem não aceitar ... o melhor é ir para casa descansar...sem subsidio!!!!!!!!!



1 comentários:

Rita disse...

Olá Iris terei respondido ao teu comentário?Já lá pus o que me pediste.Escreve o melhor comentário no meu blog para seres uma das melhores madrinhas do blog:
jinhos continuação de Boa semana.